"Os Xamãs são frequentemente chamados

de "Curadores Feridos", e isto é parte do que é

necessário no processo de iniciação, ou seja,

"curar a si mesmo". Toda nossa

ação está em um nível acessível, poder e

coragem.

Somos de certo modo os feridos, e somos

capazes de subir a um nível quântico,

através das práticas xamânicas."




Semelhante, ao passado, o xamã moderno,

se assim posso xamar, deve ser um exemplo

para o resto da sociedade. Um visionário,

cuidadoso com a ética moral e respeitoso

com a natureza.

Assim, ao invés de ver o xamã como um

vestígio do mundo selvagem e primitivo,

em verdade eles são os precursores da

evolução futura da humanidade.

O mundo está carente de visionários,

indivíduos que possam pressentir um

possível futuro, até mesmo nas grandes

empresas.

Não o futuro provável de poluição,

holocausto nuclear e falta de energia,

mas sim o que é possível para o

nosso crescimento.

Alberto Villoldo, PhD fala em uma

entrevista para "Olhar para a terra

como a única comunidade, tendo

consciência de que tudo é sagrado;

as árvores, os rios, as montanhas,

os desfiladeiros, assim como também

o espaço sideral".

Que podemos comungar e ter acesso

com o todo sem estar fora da força

da vida, separados de nosso próprio

poder pessoal.

A palavra "animismo" é uma

palavra interessante.

Animismo vem de anima, a alma,

o feminino, e recorre a um tempo em que

o mundo estava encantado.

Quando as árvores e nuvens tinham

espíritos e você podia falar com eles,

você podia dialogar e interagir.

Por causa da nossa revolução

científica e baseados na educação que

tivemos, criamos um mundo que já não

é mais encantando, a fim de escaparmos

de nosso medos e poderes psíquicos, ao

invés de confrontá-los, que é um verdadeiro

ato xamânco.

O cérebro humano evoluiu para um lugar

onde já não precisamos da superstição

dos antepassados.

Antes havia um grande temor ao qual

fomos expostos.

Nós estamos agora na posição de

reconhecer a magia do planeta

e de nossas próprias vidas.



Assim, a tarefa aqui é olhar

para estas tradições, não com as

lentes de nossa cultura, mas sim

com uma realidade onde

qualquer coisa é possível.

E tudo é possível.




"Tudo que você faz ao outro

refletirá em você.

Estamos todos ligados."






Por Débora Sanches 11:36 PM
Quarta-feira, Janeiro 17, 2007

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Nome: Débora Sanches
Idade: 39 Anos
Estado: São Paulo
Pais: Brasil
Estado Cívil: Casada
E-mail: deborags@terra.com.br








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